Hanseníase no Estado do Espírito Santo, Brasil:
uma endemia em ascensão?
As informações
relativas aos casos de hanseníase do Estado do Espírito Santo, referentes ao
período de interesse, estavam armazenadas eletronicamente na base de dados do
SINAN. Primeiramente foi examinada a consistência dos dados,
o grau de
preenchimento dos campos a serem utilizados, inclusive verificando a existência
de duplicidade de notificações. Para a análise foram usados os programas Epi
Info versão 6.0 (Centers for Disease Control and Prevention, Atlanta, Estados Unidos),
Excel (Microsoft Corp., Estados Unidos), SPSS versão 8.0 (SPSS Inc., Chicago,
Estados Unidos) e SINANW versão 5.0 (Departamento de Informática do SUS,
Brasília, Brasil).
As variáveis
analisadas foram os caracteres sócio-demográficos (sexo, idade), classificação operacional
(multibacilares e paucibacilares) e grau de incapacidade à época do
diagnóstico. Os indicadores epidemiológicos e operacionais e os parâmetros
utilizados são os propostos pelo Ministério da Saúde 18 e pela International
Federation of Anti-Leprosy Association (ILEP) 20.
Para a análise da
tendência da hanseníase foram calculadas as taxas anuais de detecção geral, por
faixa etária e por classificação operacional, para o período de 1980 a 2003. As
taxas anuais foram padronizadas para idade, aplicando-se o método direto. A
população utilizada como padrão foi a do Estado do Espírito Santo estimada para
o ano de 2003 (http://www.datasus.gov.br).
Referências:
Vieira Moreira Marilda de et al. Hanseníase no
Estado do Espírito Santo, Brasil:
uma endemia em ascensão? Disponível em: www.scielo.br/pdf/csp/v24n7/17.pdf Acesso em: 30 de maio de 2014.
Área Técnica de
Dermatologia Sanitária, Secretaria de Vigilância em Saúde, Ministério da Saúde.
Prevalência e detecção da hanseníase, segundo Unidade Federada – Brasil, 2003.
Brasília: Ministério da Saúde; 2004.
Área Técnica de
Dermatologia Sanitária, Secretaria de Vigilância em Saúde, Ministério da Saúde.
Prevalência e detecção da hanseníase, segundo Unidade Federada – Brasil, 2003.
Brasília: Ministério da Saúde; 2004.

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