sexta-feira, 30 de maio de 2014



Hanseníase no Estado do Espírito Santo, Brasil:

uma endemia em ascensão?


As informações relativas aos casos de hanseníase do Estado do Espírito Santo, referentes ao período de interesse, estavam armazenadas eletronicamente na base de dados do SINAN. Primeiramente foi examinada a consistência dos dados,
o grau de preenchimento dos campos a serem utilizados, inclusive verificando a existência de duplicidade de notificações. Para a análise foram usados os programas Epi Info versão 6.0 (Centers for Disease Control and Prevention, Atlanta, Estados Unidos), Excel (Microsoft Corp., Estados Unidos), SPSS versão 8.0 (SPSS Inc., Chicago, Estados Unidos) e SINANW versão 5.0 (Departamento de Informática do SUS, Brasília, Brasil).
As variáveis analisadas foram os caracteres sócio-demográficos (sexo, idade), classificação operacional (multibacilares e paucibacilares) e grau de incapacidade à época do diagnóstico. Os indicadores epidemiológicos e operacionais e os parâmetros utilizados são os propostos pelo Ministério da Saúde 18 e pela International Federation of Anti-Leprosy Association (ILEP) 20.
Para a análise da tendência da hanseníase foram calculadas as taxas anuais de detecção geral, por faixa etária e por classificação operacional, para o período de 1980 a 2003. As taxas anuais foram padronizadas para idade, aplicando-se o método direto. A população utilizada como padrão foi a do Estado do Espírito Santo estimada para o ano de 2003 (http://www.datasus.gov.br).


Referências:

Vieira Moreira Marilda de et al. Hanseníase no Estado do Espírito Santo, Brasil:
uma endemia em ascensão? Disponível em: www.scielo.br/pdf/csp/v24n7/17.pdf Acesso em: 30 de maio de 2014.

Área Técnica de Dermatologia Sanitária, Secretaria de Vigilância em Saúde, Ministério da Saúde. Prevalência e detecção da hanseníase, segundo Unidade Federada – Brasil, 2003. Brasília: Ministério da Saúde; 2004.

Área Técnica de Dermatologia Sanitária, Secretaria de Vigilância em Saúde, Ministério da Saúde. Prevalência e detecção da hanseníase, segundo Unidade Federada – Brasil, 2003. Brasília: Ministério da Saúde; 2004.




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